

Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Tramandaí Litoral Norte do Rio Grande do Sul
COMITÊ DE GERENCIAMENTO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO TRAMANDAÍ
ATA 4ª Encontro da CPA
Entidades convocadas e convidadas através do Ofício Circular COMITÊ - TDAÍ nº. 005/2010.
Presidência da Reunião: Leda Famer
Vice-Presidência da Reunião: Edson Ricardo de Souza
Secretário da Reunião: Tiago Lucas Corrêa
Aos nove (09) dias do mês de agosto do ano de dois mil e dez (2010), às treze horas, na sala de reuniões do da AMLINORTE ocorreu o 4ª Encontro da CPA do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Tramandaí)- Comitê Tramandaí. Estiveram presentes os seguintes representantes:Eliane Simões da Silva da CORSAN, Edson Ricardo de Souza do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Osório, Cezar A.C. Barcellos da Prefeitura de Capão da Canoa, Cacinele Rocha da UFRGS – CECLIMAR, Dilton Castro da ONG ANAMA e Arilson Wünsch do SINDIAGUA. O secretário executivo do Comitê Tramandaí abriu reunião saudando a todos os presentes. Foi comunicada a intervenção na comporta da Barragem da Fortaleza, onde cavaram duas valetas, a CORSAN e Prefeitura remediaram a situação. Foi colocada a necessidade de uma atitude após várias tentativas de contato sem retorno, ultimando as partes envolvidas na questão da Barragem da Fortaleza.Cézar Barcellos propôs a elaboração de um ante-projeto com uma alternativa de solução; comentou sobre o novo presidente do Fórum da Pesca, Miro, que tornará a participar o Fórum no Comitê. O secretário Tiago mencionou a busca e envio de documentos ao Ministério Público, ao qual Cezar opinou repasse ao DRH.Edson colocou serem duas situações diferentes: a intervenção negativa e nossas atitudes nesta causa; falou de cobrança urgente. Os membros da CPA debateram a respeito das diversas situações e influencias que impactam na construção de um projeto possível, monitoramento com régua, níveis de chuva, vertente. Foi decidido fazer uma relato ao Ministério Público envolvendo o DRH, chamar a CORSAN, a Empresa Majulu, prefeituras, Fórum da Pesca, DRH e ver o interesse de cada parte envolvida. Houve um relato histórico feito por Milton Haack, não envolvimento e não responsabilização deste caso; possível repasse das terras ao Estado para definir ação. Milton opinou em dar conhecimento do caso ao DRH.
Definição: Encaminhar caso ao Ministério Público.
ENCERRAMENTO
Não havendo mais nada a tratar encerro esta ATA que vai assinada por mim, Tiago Lucas Corrêa, Secretário Executivo e pela Presidente Leda Famer, Osório, 09 de agosto de 2010.
28.07.10
O acesso à água potável e ao saneamento básico é um direito humano essencial, declarou a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em uma votação realizada nesta segunda-feira na sede da entidade em Nova York e que espelha a preocupação com a situação de quase 900 milhões de pessoas em todo o mundo sem acesso a fontes de água limpa. A decisão foi tomada por 122 votos a favor e 41 abstenções, informa a ONU em sua página na internet. Não houve nenhum voto contra a declaração, apesar de 29 países terem se ausentado da votação.
O Brasil votou a favor da resolução. Em sua intervenção, a representante permanente do Brasil na ONU,
De acordo com ela, é responsabilidade dos Estados assegurar esses direitos a todos os seus cidadãos e o Brasil tem trabalhado dentro e fora de suas fronteiras para promover o acesso à água e ao saneamento básico, especialmente entre as comunidades de baixa renda.
O texto da resolução manifesta profunda preocupação com o fato de 884 milhões de pessoas em todo o mundo não terem acesso a fontes confiáveis de água potável e de mais de 2,6 bilhões não disporem de saneamento básico.
Estudos também indicam que cerca de 1,5 milhão de crianças menores de cinco anos morrem e 443 milhões de aulas são perdidas todos os anos no planeta por conta de doenças relacionadas à potabilidade da água e à precariedade dos serviços de saneamento básico.
Pela resolução aprovada hoje pela Assembleia Geral da ONU, composta por 192 países, Catarina de Albuquerque, especialista independente da ONU em direitos humanos, terá de incluir em seu relatório anual sobre o tema a situação do acesso à água potável e ao saneamento básico.
As análises se concentrarão nos desafios a serem superados para que haja direito universal à água e aos serviços de saneamento e no progresso dos países rumo ao cumprimento das Metas do Milênio.
Fonte: R7
utor(es): Daniela Chiaretti, de São Paulo |
Valor Econômico - 25/06/2010 |
Um decreto de 53 páginas assinado pelo governador Alberto Goldman (PSDB-SP) regulamentou ontem a Política Estadual de Mudanças Climáticas que São Paulo sancionou em novembro de 2009. A lei detalha instrumentos de gestão para que São Paulo alcance sua meta de redução de gases-estufa e detalha o pagamento de serviços ambientais. Tem uma orientação forte no sentido de adaptar o Estado aos impactos da mudança do clima. A lei cria e especifica as competências de dois novos órgãos - o Comitê Gestor e o Conselho Estadual de Mudanças Climáticas. O primeiro só tem membros do governo (12 cadeiras), dará as diretrizes e avaliará o cumprimento da meta estadual. O Conselho é tripartite (governo estadual, prefeituras e sociedade civil) e dará, por exemplo, recomendações sobre a avaliação ambiental estratégica do Estado e o zoneamento econômico e ecológico que São Paulo ainda não tem. "A avaliação ambiental é um instrumento importante porque tira da ponta do licenciamento a pressão por tomar decisões que não deveriam ocorrer naquele momento", diz Casemiro Tercio Carvalho, coordenador de planejamento ambiental da Secretaria do Meio Ambiente. Ele dá um exemplo: neste momento, técnicos da secretaria estão fazendo a avaliação ambiental do pré-sal no Estado. Avaliam o impacto de todas as atividades envolvidas - da cadeia portuária à indústria, estudando mais de 120 linhas de empreendimentos. O Conselho poderá, no caso, recomendar a capacitação da mão de obra e a contratação de mão de obra local - e a SMA adotar a sugestão como exigência do estudo de impacto ambiental de empreendimentos do pré-sal. "A agenda climática é uma pressão sobre o consumo. Aqui estamos colocando as mudanças necessárias na prioridade do governo." A Política Estadual de Mudanças Climáticas (Pemc) de São Paulo estabeleceu uma meta clara de redução de emissões de gases-estufa estadual antes que o governo federal se movimentasse nesse sentido. Pela lei paulista, o corte nas emissões deve ser de 20% em 2020 no Estado em relação a 2005. Um dos pontos em que o decreto mais avança é o que detalha o pagamento por serviços ambientais. Ele estabelece critérios e prioridades. Favorece a preservação de nascentes em propriedades particulares assim como reservatórios de abastecimento público, topos de morro ou áreas de recarga de aquíferos. Contempla também regiões fundamentais para a preservação da biodiversidade porque funcionam como uma espécie de corredor biológico entre uma área de floresta e outra, por exemplo. O decreto não estabelece valores. A operação vai começar com um convênio entre o governo estadual e os municípios. "Os municípios farão a vistoria, a manutenção do programa e o repasse dos recursos", diz Carvalho. A remuneração dos pequenos produtores rurais que preservarem nascentes ou que quiserem investir na sua recuperação ambiental virá do Fundo Estadual de Prevenção e Controle da Poluição (Fecop) administrado pela SMA. O investimento deve ser de R$ 3,5 milhões. "Ninguém vai ficar rico, mas é uma forma de estimular a preservação do atributo ambiental", diz Carvalho. Ontem foi assinado convênio com a Prefeitura de Novo Horizonte. |